carry on, carry on

…as if nothing really matters.

Dois dias em que preciso levar minha mãe ao pronto atendimento e vê-la sofrer foi tão horrível que não sei de onde tirei forças pra aguentar e agir… Ela finalmente conseguiu dormir por algumas horas hoje, depois de injeções e clonazepam.

Fico pensando se isso acontecerá com mais frequência a partir de agora, ela está com 57 anos. Espero que viva mais uns 35, 40 anos, ativa e feliz. Sei que pode não ser assim, mas pretendo cuidar pra que seja.

Acordei num susto terrível pensando que ela estava me chamando, chorando, mas era um bêbado subindo a rua e choramingando. Fui ver e ela continuava dormindo. Um alívio monstruoso.

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